Seguidores

Mostrando postagens com marcador Caminho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caminho. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de julho de 2012

BCAP - 5ªFASE – REINTEGRAÇÃO


BCAP - 5ªFASE – REINTEGRAÇÃO


FAZENDO UMA VIAGEM ENTRE O QUE  FOI,O QUE É E O QUE DEVERIA SER,ROGANDO QUE JESUS NOS AMPARE , NOS DANDO FORÇAS PARA SEGUIRMOS SEMPRE A MELHOR DIREÇÃO.QUE POSSAMOS RECONHECER NOSSAS FALHAS,PERDOAR E SER INDULGENTE COM AS FALHAS DOS OUTROS JÁ QUE PRECISAMOS DA INDULGÊNCIA DOS OUTROS PARA CONOSCO.MINHA GRATIDÃO COM AS AMIGAS ROSÉLIA,RUTE E LUMA PELA OPORTUNIDADE DE TANTA REFLEXÃO.
ZILDA

O amor é de origem divina. Quanto mais se doa, mais multiplica sem jamais exaurir-se. Partidários da libertinagem, porém, empenham-se em insensata cruzada para torná-lo livre, como se jamais não o houvera sido. Confundem-no com sensualidade e pensam convertê-lo apenas em instinto primitivo, padronizado pelos impulsos da sexualidade atribulada. Liberdade para amar, sem dúvida, disciplina para o sexo também.
JOANNA DE ÂNGELIS

Casamento e Família

Diante das contestações que se avolumam, na atualidade, pregando a
reforma dos hábitos e costumes, surgem os demolidores de mitos e de
Instituições, assinalando necessidade de uma nova ordem que parece assentar
as bases na anarquia.
A onda cresce e o tresvario domina, avassalador ameaçando os mais
nobres patrimônios da cultura, da ética e da civilização, conquistados sob ônus
pesados, no largo processo histórico da evolução do homem.
Os aficionados da revolução destruidora afirmam que valores ora
considerados, são falsos, quando não falidos, que os mesmos vêm
comprimindo o indivíduo, a sociedade e as massas, que permanecem jungidos
ao servilismo e a hipocrisia, gerando fenômenos alucinatórios e mantendo, na
miséria de vários matizes, grande parte da humanidade.
Entre as instituições que, para eles, se apresentam ultrapassadas,
destacam o matrimônio e a família, propondo a promiscuidade sexual, que
disfarçam com o nome “amor livre”, e a independência do jovem, imaturo e
inconseqüente, sob a justificativa de liberdade pessoal, que não pode nem
deve ser asfixiada sob os impositivos da ordem, da disciplina, da educação...
Excedendo-se, na arbitrariedade das propostas ideológicas ainda não
confirmadas pela experiência social nem pela convivência na comunidade,
afirmam que a criança e o jovem não são dependentes quanto parecem,
podendo defender-se e realizar-se, sem a necessidade da estrutura familiar, o
que libera os pais negligentes de manterem os vínculos conjugais, separando-se tão logo enfrentam insatisfações e desajustes, sem que se preocupem com
a prole.
Não é necessário que analisemos os problemas existenciais destes dias,
nem que façamos uma avaliação dos comportamentos alienados, que parecem
resultar da insatisfação, da rebeldia e do desequilíbrio, que grassam em larga
escala.
Não podemos, no entanto, numa visão apressada, mediante exame
superficial, acusar o casamento dos fracassos das uniões carnais, sem o
amadurecimento emocional dos parceiros, nem o instituto da família, ainda
vítima de tal situação.
A monogamia é conquista de alto valor moral da criatura humana, que se
dignifica pelo amor e respeito ao ser elegido, com ele compartindo alegrias e
dificuldades, bem-estar e sofrimentos, dando margem às expressões da
afeição profunda, que se manifesta sem a dependência dos condimentos
sexuais, nem dos impulsos mais primários da posse, do desejo insano.
Utilizando-se da razão, o homem compreende que a vida biológica é uma
experiência muito rápida, que ainda não alcançou biótipos de perfeição, graças
ao que, é frágil, susceptível de dores, enfermidades, limitações, sendo, os
estágios da infância como o da juventude, preparatórios para os períodos do
adulto e da velhice.
Assim, o desgaste e o abuso de agora tornam-se carência e infortúnio mais
tarde, na maquinaria que deve ser preservada e conduzida com morigeração.
Aprofundando o conceito sobre a vida, se lhe constata a anterioridade ao
berço e a continuidade após o túmulo, numa realidade de interação espiritual
com objetivos definidos e inamovíveis, que são os mecanismos inalienáveis do
14progresso, em cujo contexto tudo se encontra sob impositivos divinos
expressos nas leis universais.
Desse modo, baratear, pela vulgaridade, a vida e atirá-la a situações
vexatórias, destrutivas, constitui crime, mesmo quando não catalogado pelas
leis da justiça, exaradas nos transitórios códigos humanos.
O matrimônio é uma experiência emocional que propicia a comunhão
afetiva, da qual resulta a prole sob a responsabilidade dos cônjuges, que se
nutrem de estímulos vitais, intercambiando hormônios preservadores do bem estar físico e psicológico.
Não é, nem poderia ser  uma incursão ao país da felicidade, feita de sonhos
e de ilusões.
Representa um tentame, na área da educação do sexo, exercitando a
fraternidade e o entendimento, que capacitam as criaturas para mais largas
incursões na área do relacionamento social.
Ao mesmo tempo, a família constitui a célula experimental, na qual se
forjam valores elevados e se preparam os indivíduos para uma convivência
salutar no organismo universal, onde todos nos encontramos fixados.
A única falência, no momento, é a do homem, que perturba, e, insubmisso,
deseja subverter a ordem estabelecida, a seu talante, em vãs tentativas de
mudar a linha do equilíbrio, dando margem às alienações em que mergulha.
Certamente, muitos fatores sociológicos, psicológicos, religiosos e
econômicos contribuíram para este fenômeno. Não obstante, são injustificáveis
os comportamentos que investem contra as instituições objetivando demoli-las,
ao invés de auxiliar de forma edificante em favor da renovação do que pode ser
recuperado, bem como da transformação daquilo que se encontre
ultrapassado.
O processo da evolução é inevitável. Todavia, a agressão, pela violência,
contra as conquistas que devem ser alteradas, gera danos mais graves do que
aqueles que buscam corrigir.
O lar, estruturado no amor e no respeito aos direitos dos seus membros, é
a mola propulsionadora do progresso geral e da felicidade de cada um, como
de todos em conjunto.
Para esse desiderato, são fixados compromissos de união antes do berço,
estabelecendo-se diretrizes para a família, cujos membros se voltam a reunir
com finalidades específicas de recuperação espiritual e de crescimento
intelecto-moral, no rumo da perfeição relativa que todos alcançarão.
Esta é a finalidade primeira da reencarnação. A precipitação e o
desgoverno das emoções respondem pela ruptura da responsabilidade
assumida, levando muitos indivíduos ao naufrágio conjugal e à falência familiar
por exclusiva responsabilidade deles mesmos.
Enquanto houver o sentimento de amor no coração do homem — e ele
sempre existirá, por ser manifestação de Deus ínsita na vida — o matrimônio
permanecerá, e a família continuará sendo a célula fundamental da sociedade.
Envidar esforços para a preservação dos valores morais, estabelecidos pela
necessidade do progresso espiritual, é de todos que, unidos, contribuirão para
uma vida melhor e uma humanidade mais feliz, na qual o bem será resposta
primeira de todas as aspirações.

Benedita Fernandes

S.O.S. FAMÍLIA
DIVALDO PEREIRA FRANCO
DITADO POR JOANNA DE ÂNGELIS E DIVERSOS ESPÍRITOS



quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A MANJEDOURA

A MANJEDOURA

As comemorações do Natal conduzem-nos o entendimento à eterna lição de humildade de Jesus, no momento preciso em que a sua mensagem de amor felicitou o coração das criaturas, fazendo-nos sentir, ainda, o sabor de atualidade dos seus divinos ensinamentos.
A Manjedoura foi o Caminho.
A exemplificação era a Verdade.
O Calvário constituía a Vida.
Sem o Caminho, o homem terrestre não atingirá os tesouros da Verdade e da Vida.
É por isso que, emaranhados no cipoal da ambição menos digna, os povos modernos, perdendo o roteiro da simplicidade cristã, desgarra-se da estrada que os conduziria à evolução definitiva, com o Evangelho do Senhor. Sem ele, que constitui o assunto de todas as ciências espirituais, perderam-se as criaturas humanas, nos desfiladeiros escabrosos da impiedade.
Deba lde, invoca-se o prestígio das religiões numerosas, que se afastaram da Religião Única, que é a Verdade ou a Exemplificação com o Cristo.
Com as doutrinas da Índia, mesmo no seio de suas filosofias mais avançadas, vemos os párias miseráveis morrendo de fome, à porta suntuosa dos pagodes de ouro das castas privilegiadas.
Com o budismo e com o xintoísmo, temos o Japão e a China mergulhados num oceano de metralha e de sangue.
Com o Alcorão e com o judaísmo, temos as nefandas disputas da Palestina.
Com o catolicismo, que mais de perto deveria representar o pensamento evangélico, na civilização ocidental, vemos basílicas suntuosas e frias, onde já se extinguiram quase todas as luzes da fé. Aí dentro, com os requintes da ciência sem consciência e do raciocínio sem coração, assistimos as guerras absurdas da conquista pela força, identificamos o veneno das doutrinas ex tremistas e perversoras, verificamos a onda pesada de sangue fratricida, nas revoluções injustificáveis, e anotamos a revivescência das perseguições inquisitórias da Idade Média, com as mais sombrias perspectivas de destruição.
Um sopro de morte atira ao mundo atual supremo cartel de desafio.
Não obstante o progresso material sente a alma humana que sinistros vaticínios lhe pesam sobre a fronte. É que a tempestade de amargura na dolorosa transição do momento significa que o homem se mantém muito distante da Verdade e da Vida.
As lembranças do Natal, porém, na sua simplicidade, indicam à Terra o caminho da Manjedoura... Sem ele, os povos do mundo não alcançarão as fontes regeneradoras da fraternidade e da paz. Sem ele, tudo serão perturbação e sofrimento nas almas, presas no turbilhão das trevas angustiosas, porque essa estrada providencial para os corações huma nos é ainda o Caminho esquecido da Humildade.
EMMANUEL
(Do livro  ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL, Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos)
-- 
Copyright © 2010 - 2011 RUMOS LIBERTADORES!!.
Template customizado por Meri Pellens. Tecnologia do Blogger