Seguidores

Mostrando postagens com marcador Chico Xavier. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chico Xavier. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

ANTE OS QUE PARTIRAM


Nenhum sofrimento, na Terra, será talvez comparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração regelado e querido que o ataúde transporta para o grande silêncio.
Ver a névoa da morte estampar-se, inexorável, na fisionomia dos que mais amamos, e cerrar-lhes os olhos no adeus indescritível, é como despedaçar a própria alma e prosseguir vivendo.
Digam aqueles que já estreitaram de encontro ao peito um filhinho transfigurado em anjo da agonia; um esposo que se despede, procurando debalde mover os lábios mudos; uma companheira cujas mãos consagradas à ternura pendem extintas; um amigo que tomba desfalecente para não mais se erguer, ou um semblante materno acostumado a abençoar, e que nada mais consegue exprimir senão a dor da extrema separação, através da última lágrima.
Falem aqueles que, um dia, se inclinaram, esmagados de solidão, à frente de um túmulo; os que se rojaram em prece nas cinzas que recobrem a derradeira recordação dos entes inesquecíveis; os que caíram, varados de saudade, carregando no seio o esquife dos próprios sonhos; os que tatearam, gemendo, a lousa imóvel, e os que soluçaram de angústia, no ádito dos próprios pensamentos, perguntando, em vão, pela presença dos que partiram.
Todavia, quando semelhante provação te bata à porta, reprime o desespero e dilui a corrente da mágoa na fonte viva da oração, porque os chamados mortos são apenas ausentes e as gotas de teu pranto lhes fustigam a alma como chuva de fel.
Também eles pensam e lutam, sentem a choram.
Atravessam a faixa do sepulcro como quem se desvencilha da noite, mas, na madrugada do novo dia, inquietam-se pelos que ficaram… Ouvem-lhes os gritos e as súplicas, na onda mental que rompe a barreira da grande sombra e tremem cada vez que os laços afetivos da retaguarda se rendem à inconformação ou se voltam para o suicídio.
Lamentam-se quanto aos erros praticados e trabalham, com afinco, na regeneração que lhes diz respeito.
Estimulam-te à prática do bem, partilhando-te as dores e as alegrias.
Rejubilam-se com as tuas vitórias no mundo interior e consolam-te nas horas amargas para que te não percas no frio do desencanto.
Tranqüiliza-te, desse modo, os companheiros que demandam o Além, suportando corajosamente a despedida temporária, e honra-lhes a memória, abraçando com nobreza os deveres que te legaram.
Recorda que, em futuro mais próximo que imaginas, respirarás entre eles, comungando-lhes as necessidades e os problemas, porquanto terminarás também a própria viagem no mar das provas redentoras.
E, vencendo para sempre o terror da morte, não nos será lícito esquecer que Jesus, o nosso Divino Mestre e Herói do Túmulo Vazio, nasceu em noite escura, viveu entre os infortúnios da Terra e expirou na cruz, em tarde pardacenta, sobre o monte empedrado, mas ressuscitou aos Cânticos da manhã, no fulgor de um jardim.
Emmanuel – psicografia de Chico Xavier.

quinta-feira, 15 de março de 2012

NAMORO,FASE DO ENCANTAMENTO




                                           FOTOS NO AUGE DO ENCANTAMENTO...

Blogagem coletiva proposta pela amiga Rosélia,do blog Espiritual-idade,Rosa do Luzdeluma e Rute do Publicarparapartilhar.Será uma coletiva intutalada:O AMOR EM PEDAÇOS OU O AMOR POR PARTES.Hoje iniciando com a fase do ENCANTAMENTO.Poderia falar de mim,sobre mim,já que teria muito pra dizer pela experiência que a vida nos dá,todavia,escolhi mostrar A VIDA COMO ELA É DE FATO,no que espero ser útil à todos que nos leiam;Aos mais velhos explicando os porquês de tudo que já foi vivenciado e aos mais jovens,fortalecendo a paciência,a tolerância,a compreensão,a lealdade,a amizade,a cumplicidade etc...Elementos essenciais para a sobrevivência do AMOR.

NAMORO

Pergunta - Além da simpatia geral, oriunda da semelhança que entre eles
exista, votam-se os Espíritos recíprocas afeições particulares?

Resposta - Do mesmo modo que os homens, sendo, porém, que mais forte é o
laço que prende os Espíritos uns aos outros, quando carentes de corpo material, porque
então esse laço não se acha exposto às vicissitudes das paixões. Item no. 291, de "O
Livro dos Espíritos".

 A integração de duas criaturas para a comunhão sexual começa
habitualmente pelo período de namoro que se traduz por suave encantamento. Dois
seres descobrem um no outro, de maneira imprevista, motivos e apelos para a entrega
recíproca e daí se desenvolve o processo de atração. O assunto consubstanciaria o que
seria lícito nomear como sendo um "doce mistério" se não faceássemos nele as
realidades da reencarnação e da afinidade.
Inteligências que traçaram entre si a realização de empresas afetivas ainda no
Mundo Espiritual, criaturas que já partilharam experiências no campo sexual em
estâncias passadas, corações que se acumpliciaram em delinquência passional, noutras
eras, ou almas inesperadamente harmonizadas na complementação magnética,
diariamente compartilham as emoções de semelhantes encontros, em todos os lugares da
Terra.
Positivada a simpatia mútua, é chegado o momento do raciocínio.
Acontece, porém, que diminuta é, ainda, no Planeta, a percentagem de pessoas,
em qualquer idade física, habilitadas a pensar em termos de auto-análise, quando o
instinto sexual se lhes derrama do ser.
Estudiosos do mundo, perquirindo a questão apenas no "lado físico", dirão
talvez tão-somente que a libido entrou em atividade com o seu poderoso domínio e,
obviamente, ninguém discordará, em tese, da afirmativa, atentos que devemos estar à
importância do impulso criativo do sexo, no mundo psíquico, para a garantia e
perpetuação da vida no Planeta. É imperioso anotar, entretanto, em muitos lances da
caminhada evolutiva do Espírito, a influência exercida pelas inteligências desencarnadas
no jogo afetivo. Referimo-nos aos parceiros das existências passadas, ou, mais
claramente, aos Espíritos que se corporificarão no futuro lar, cuja atuação, em muitos
casos, pesa no ânimo dos namorados, inclinando afeições pacificamente raciocinadas
para casamentos súbitos ou compromissos na paternidade e na maternidade, namorados
esses que então se matriculam na escola de laboriosas responsabilidades. Isso porque a
doação de si mesmos à comunhão sexual, em regime de prazer sem ponderação, não os
exonera dos vínculos cármicos para com os seres que trazem à luz do mundo, em cuja
floração, aliás, se é verdade que recolherão trabalho e sacrifício, obterão também
valiosa colheita de experiência e ensinamento para o futuro, se compreenderem que a
vida paga em amor todos aqueles que lhe recebem com amor as justas exigências para a
execução dos seus objetivos essenciais.

Do livro Vida e Sexo – Chico Xavier/Emmanuel

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Resolução para o Ano Novo

 

Afora tu mesmo, ninguém te decide o destino...

Somos tangidos por fatos e problemas a exigirem a manifestação de nossa vontade em todas as circunstâncias.

Muito embora disponhamos de recursos infinitos de escolha para assumir gesto determinado ou desenvolver certa ação, invariavelmente, estamos constrangidos a optar por um só caminho, de cada vez, para expressar os desígnios pessoais na construção do destino.

Conquanto possamos caminhar mil léguas, somente progredimos em substância avançando passo a passo.

Daí, a importância da existência terrena, temporária e limitada em muitos ângulos porém rica e promissora quanto aos ensejos que nos faculta para automatizar o bem, no campo de nós mesmos, mediante a possibilidade de sermos bons para os outros.

Decisão é necessidade permanente.

Nossa vontade não pode ser multipartida.

Idéia, verbo e atitude exprimem resoluções de nossas almas, a frutificarem bênçãos de alegria ou lições de reajuste no próprio íntimo.

Vacilação é sintoma de fraqueza moral, tanto quanto desânimo é sinal de doença.

Certeza no bem denuncia felicidade real e confiança de hoje indica serenidade futura.

Progresso é fruto de escolha.

Não há nobre desincumbência com flexibilidade de intenção.

Afora tu mesmo, ninguém te decide o destino...

Se a eventualidade da sementeira é infinita, a fatalidade da colheita é inalienável.

Guardas contigo tesouros de experiências acumulados em milênios de luta que podem crescer, aqui e agora, a critério do teu alvitre.

Recorda que o berço de teu espírito fulge longe da existência terrestre.

O objetivo da perfeição é inevitável benção de Deus e a perenidade da vida constitui o prazo de nosso burilamento, entretanto, o minuto que vives é o veículo da oportunidade para a seleção de valores, obedecendo a horário certo e revelando condições próprias, no ilimitado caminho da evolução. [Decisão, E - Cap. XXIV - Item 15]

Afora tu mesmo, ninguém te decide o destino...


Autor: André Luiz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Da obra: Opinião Espírita

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

“Chico disse”??


O médium Francisco Cândido Xavier trabalhou a vida toda, não só para sobreviver, mas também pela causa espírita. Deixou o exemplo de idealismo e compreensão do “dai de graça o que de graça recebeste”. O espírito desencarnado  Emmanuel o acompanhou sempre, espírito iluminado que auxiliava o grande médium a expressar uma vida baseada nos ensinamentos de Jesus.

Chico fez pela doutrina espírita o que raros realizaram. Exemplificou a transformação moral que caracteriza o verdadeiro espírita. Esqueceu seus sonhos para trabalhar pelo próximo. Perdeu horas de sono, dispensou o descanso físico, dedicou suas horas livres do trabalho profissional para amparar, consolar os necessitados. Suas opiniões pessoais revelam o seu raciocínio, espelhando bom senso e fé raciocinada.

Enquanto estava entre nós, na expressão do corpo físico, exemplificando a sua capacidade de pensar e respeitar a ciência, não tiveram a coragem de inventar que Chico dissera isto ou aquilo. Mas o grande homem esgotou, após mais de noventa anos, o seu tempo na Terra. Nós, que tanto o amamos e entendemos em parte a grandeza do seu trabalho, reconhecemos que ele havia realizado impecavelmente a tarefa combinada no plano espiritual. 


Contribuiu para a credibilidade do espiritismo, apresentou o mundo espiritual na visão iluminada de Jesus. Apresentou dimensões melhores e as de necessidade, mas sempre com a iluminação do Consolador Prometido, o espiritismo; nunca amedrontando ou causando desconforto e desequilíbrio. Seus livros psicografados não endeusam a força das trevas, mas mostram que a luz emanada pela espiritualidade superior é que domina e controla o planeta. Apresenta Deus como o pai que Jesus descreve na parábola do filho pródigo.

Não bastasse a superioridade espiritual de Chico, havia ainda a presença constante de Emmanuel aconselhando-o, velando pelo grande tarefeiro, mergulhado em um planeta ainda de provas e expiações. Chico psicografou romances e livros científicos como Evolução em dois mundos e Mecanismo da mediunidade, que comprovam sua capacidade intelectual e moral, pois demonstra o instrumento mediúnico aguçado, bem preparado que sempre foi, compreendendo que a Terra passaria por grandes transformações físicas pois é um planeta amadurecendo para a realização da sua grande tarefa: hospital-escola de um grande número de espíritos destinados ao desenvolvimento pleno, que vai se transformar em um mundo de regeneração, com paz, amor e justiça.

Como o convite realizado na parábola do festim de núpcias, para comparecermos a um grande evento, uma festa em dimensões melhores, aqueles que permanecerem no desconhecimento da Lei de Amor, exemplificada por Jesus, continuarão seu crescimento espiritual em outras escolas semelhantes. Não há castigo, é o amor de Deus que concede aos filhos novas oportunidades. E não há filhos privilegiados, pois fomos criados simples e ignorantes com potencialidades a serem desenvolvidas através das várias encarnações.

Em uma entrevista ao SBT, Chico diz que o Brasil seria a Pátria do Evangelho, se os brasileiros conseguissem realizar essa possibilidade; mas, caso não o fizessem, o país poderia entrar em decadência... Lúcido, bom senso por ele mesmo, capacidade de compreender as necessidades do povo brasileiro que realmente não tem conseguido a expressão de superioridade espiritual. Mas se Chico precisasse, Emmanuel estaria ao seu lado para aconselhar, não permitindo que ele falasse tolices. Ora, se quando entre nós, no corpo físico, foi profundamente respeitado, por que só agora começam apresentar opiniões pessoais atribuindo-as a Chico? Será que pensam que Francisco Cândido morreu? Não sabem que a morte não existe e que Chico está mais vivo do que nós? Não sabem que ele observa e analisa o que estão fazendo com o seu trabalho?

O que não foi dito como pensamento de Chico, enquanto ele estava mergulhado na carne deve continuar no silêncio. “Melhor rejeitar noventa e nove verdades a aceitar uma mentira.”

Respeitemos o grande espírito. Deixemos em paz o grande médium. A obra dele é tão extensa que basta estudá-la para compreendê-la melhor, sem nada inventar. Deturpamos os ensinamentos de Jesus e temos que ter cuidado, como diz J. Herculano Pires no livro Ciência espírita, para não repetirmos o erro na divulgação do espiritismo. Ideias bizarras, anticientíficas não podem ser aceitas por aqueles que estudam ou deviam estudar essa doutrina que provoca o despertar das consciências, o desenvolvimento da razão iluminada pela fé.

Mesmo que Chico houvesse dito algo semelhante, seria necessário estudar o momento, o contexto, o sentido geral. Agora, se só sobrasse o Brasil após o suposto “apocalipse de Chico”, o feitiço viraria contra os feiticeiros, porque a vida ficaria insuportável em um país esquartejado e com uma superpopulação acima do que poderia suportar. Se a vida no Brasil com tanta corrupção, tráfico de drogas violência, já é difícil, o que justificaria sermos os escolhidos, o povo superior aos outros habitantes da Terra? Poupem-nos e respeitem o ser maravilhoso que tanto fez por todos nós: Francisco Cândido Xavier, o médium que melhor exemplificou os ensinamentos de Jesus.

Pedagoga, oradora e escritora espírita, Heloísa Pires é filha do professor e filósofo Herculano Pires.
fonte:
http://www.correiofraterno.com.br/nossas-secoes/13/700-chico-disse

quinta-feira, 24 de março de 2011

Datena_ Jornalista_ relata como seu filho viciado em crack deixa o vício segundo ele com ajuda de Chico Xavier.

 
DEPOIMENTO DO JORNALISTA DATENA SOBRE CHICO XAVIER
Datena_ Jornalista_ relata como seu filho viciado em crack deixa o vício segundo ele com ajuda de Chico Xavier. 
 
José Luiz Datena, da Band, atribui a Chico Xavier (1910-2002) a cura de seu filho do
meio, Vicente, que foi viciado em crack por seis anos.
Em 2002, Vicente almoçou em Uberaba com Chico e foi tocado por ele.
“Meu filho disse que sentiu algo ruim o deixando e nunca mais usou drogas”, conta o
jornalista a coluna Zapping do jornal Agora, que não costuma tocar no assunto. “ O
Vicente não gosta. Hoje, ele é formado em direito, casado e vai ser pai.
Na época, tentamos clínicas e psicólogos, mas nada funcionava.
Foram momentos difíceis, mas Chico o curou. Não sou espírita, mas as cartas
psicografadas e as curas, a ciência não explica.
Chico Xavier era especial.”
Abaixo o artigo do jornalista José Luiz Datena - Datena revela como Chico Xavier
salvou seu filho do crack - no Jornal Diário de São Paulo de quinta-feira, 27/01/2011:
Imagine os olhos afundados nas órbitas numa face disforme, vestindo uma pele
cinzenta, como um personagem de filme de terror em preto e branco lá dos anos
1950. Cérebro transformado em pasta, como a própria vida misturada pela droga a
outros espectros vagantes no lixo das ruas da cidade. Ruas que parecem caminhos
para lugar nenhum, escondidas em meio a cortiços. Imagine feridas infectadas e ainda
abertas, sobreviventes maltrapilhos. Imagine gente virando bicho como no romance
kafkiano, que de ficção não tem nada.
Imagine um ente querido, deitado no seu colo, expressando a dor de milhões de
almas de um purgatório real, aprisionado num quadro que mais expressa - se isso é
possível - o sentimento retratado em "O Grito", do norueguês Edvard Munch, que
pintou esse turbilhão de tormento, angústia e desespero em cores fortes há poucomais de um século. Munch não conhecia o crack que queima vidas de famílias inteiras.
Nem o terror do cheiro adocicado que brota de um cachimbo nojento, mergulhando o
nada e a angústia nas entranhas de quem algum dia já foi normal. A destruição das
veias, o apodrecer dos pulmões. A transformação do corpo em esqueleto. A mente
vazia, perigosamente equilibrada num acorde de circo de pavores.
Só de revolver essas lembranças me sinto derreter como gelatina, escorrer feito a
parafina de vela acesa, chacoalhar meu estômago, como se o vômito brotasse para
então espirrar minha alma. Alma! No outro extremo da vida, mas ainda nesta mesma
existência, essa alma quase nas trevas, que já se debatia às portas do inferno, teve um
encontro de luz! Fugida da metrópole, foi encontrar nas bandas das Minas Gerais um
desses homens que parecem brotar em meio à violência e à maldade dessa nossa
espécie, que vagueia incerta pela história e que desceu das árvores para talvez rumar,
decidida, à extinção pela soberba perante Deus.
Esse homem franzino, uma figurinha aparentemente frágil, humildemente encolhido
num paletó que dançava largo no corpo doente. Um corpo que, juro, há muito parecia
já não estar mais aqui. Mistura de Gandhi, que respondia a insultos físicos e
psicológicos com amor e não-violência, e madre Teresa de Calcutá, que sob o manto
simples e surrado abrigava galáxias inteiras de miseráveis.
Foi num almoço que o dono da alma desesperada tocou a mão desse verdadeiro raio
de esperança, espetacularmente aprisionado numa massa pequena, como um buraco
negro engolindo energia infinita que brota do criador. Um ser tão doce, que curou
milhares e que confortou outros tantos, sendo mensageiro divino. Desencarnados em
garranchos letrados, escorregados em papel como psicografados sopros de vida para
quem continuava aqui... E, quando um tocou o outro, pareciam um só. Mesmo
cansado, o homem pequenino de repente virou um Atlas a sustentar nas costas a dor
do mundo, sugando em segundos os medos causados durante tantos anos no outro
pela droga que, acreditem, nunca mais usou depois daquele aperto de mãos sem
palavras. Foi como se um pesado casaco de pele fosse retirado num escaldante verão:
um sabor refrescante de mergulho gelado na cachoeira da salvação.
Foi no almoço do Vicente com Chico Xavier, poucos meses antes da passagem do
Mestre para o plano definitivo (onde, acredito, sempre esteve), que aconteceu a cura
definitiva do meu adorado filho.
José Luiz Datena
www.correioespírita.org.br
Copyright © 2010 - 2011 RUMOS LIBERTADORES!!.
Template customizado por Meri Pellens. Tecnologia do Blogger